Minha flor

Lilypie Fourth Birthday tickers

Meu amor

Lilypie Kids Birthday tickers

Por um mundo mais gentil

>> quinta-feira, 7 de julho de 2011

Gentileza anda esquecida. Me parece que está fora de moda. Hoje todo mundo tem pressa, tem urgência, tantos quereres, tanto para buscar e conquistar. Quase não há tempo para um elogio, um ato de carinho, uma palavra amiga. Por favor, muito obrigada, com licença, bom dia e boa noite, nos dias de hoje, são raridade. Quando vem de uma criança ou de um jovem então, ficamos de queixo caído, nossa como ele é educado!!!!! Isso pode parecer insignificante, pequeno, mas são pequenos gestos assim, ensinados desde cedo, em casa, que ajudam a formar pessoas íntegras, honestas e por que não, gentis. Gentis no sentido de não fazer mal ao próximo, não fazer mal aos animais e nem à natureza. Pequenos ensinamentos que ajudam a nos tornar grandes,  cidadãos conscientes do nosso entorno, da nossa comunidade, moradores solícitos e generosos com os vizinhos, e com aqueles que convivemos. É incrível como um detalhe assim, um simples gesto de carinho, pode mudar a cor do nosso dia, como nos faz bem, alimenta a alma de sentimentos positivos. Tento sempre ensinar meus filhos a serem gentis, a se preocuparem com o outro, a espalharem alegria e palavras bonitas, a respeitar o próximo, aos mais velhos. Eu fui educada assim. Peço " a benção" para meu pai, para minha mãe, os chamo de senhor e senhora. Em minha casa não se falava palavras feias, na hora das refeições só assuntos agradáveis, comíamos com bons modos. Sei que hoje, isso soa jurássico, como se de um outro planeta. Mas que coisa mais linda, mais nobre, e como isso colaborou para edificar a mulher que eu sou agora. E vou além, tento ser ainda melhor, agindo da maneira mais correta, pois é com o exemplo que educamos nossos filhos, muito mais do que com palavras. Acredito que com flores, gentilezas, boas ações, bons exemplos, se evita a discórdia, a maldade, tenta amenizar a violência e o ódio. Escrevendo hoje esse post, te mando uma sementinha, para que possa ser plantada na sua vida, e que assim, de pouco a pouco, possamos melhorar o nosso cotidiano e quiçá, um dia, o mundo!!!!

Bons dias de inverninho, noites regadas à muito amor, comidinhas gostosas, e a companhia daqueles que nos aquecem o coração!!!!

Beijos,
Marisa.


Essa foto, eu tirei daqui

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Um alerta sobre "olho preguiçoso"

>> sexta-feira, 1 de julho de 2011

Hoje vou falar sobre um tema bem importante para quem tem filhos pequenos. É a "ambioplia", ou o olho preguiçoso. É uma deficiência da visão, onde um ou os dois olhos não apresentam um desenvolvimento normal. Tem que ser detectada e tratada até os 6 anos, quando o amadurecimento da visão atinge seu potencial máximo. Se não é tratada a tempo, os danos são considerados irreversíveis e a visão definitivamente comprometida. Essa condição atinge 4% das crianças em idade escolar, e suas causas mais frequentes são catarata congênita, a diferença de graus entre os olhos e principalmente o estrabismo. Essa deficiência em muitos casos passa despercebida pelos pais e pediatras, isso porque a criança que sempre enxergou dessa forma, não percebe que possui apenas um "olho bom". A boa notícia é que o tratamento é simples, apenas com o uso de um tampão ocular. A parte preocupante é a falta de informação sobre o assunto. Às vezes é apenas uma pequena distorção do olhinho da criança que somente o olhar apurado de um oftalmologista é capaz de detectar. Por isso é bom levar o seu filho antes dos quatros à uma consulta com um profissional e fazer um exame detalhado. Se tudo estiver em ordem, ótimo, assunto encerrado. Se não, começa um longo caminho a ser percorrido. Foi o que aconteceu comigo e minha Maria, com 4 anos. Numa consulta de rotina com a pediatra, foi detectado um estrabismo mínimo no seu olho direito. Levei-a à oftalmo e ela diagnosticou a ambioplia na Maricota. Começamos o uso do tampão com os óculos logo em seguida. Apesar de bem simples e indolor para a criança, é uma rotina meio chatinha. Às vezes a criança não quer colocar o tampão, ele coça, irrita, incomoda, e em outros casos a criança "acha feio". É aí que entra a persistência dos pais. Tem usar todos os dias, sem exceções, e de forma sistemática. Converse muito com seu filho, explicando pra ele as consequências de não usar o tampão. Trabalhe bastante sua auto estima, comprando tampões coloridos, óculos bonitos e deixando que a criança participe de todo o processo. Eu tive muita sorte porque a Maria é uma menina doce, cordata e bem tranquila. Por outro lado, é extremamente vaidosa, e por isso eu trabalhei muito esse aspecto com ela, falando que estava linda, diferente, e que seria apenas mais um acessório diário. Contei com a ajuda das professoras, tanto na escola quanto no ballet, que reuniram a turminha e explicaram a eles sobre o olhinho preguiçoso e que a Maria não tinha dodói nenhum e que seria temporário. Agora todos já estão acostumados com o novo visual dela, e isso já deixou de ser novidade. Hoje a Maria escolhe o tampão de acordo com sua roupa e até me lembra do horário de colocá-lo. Semana que vem temos consulta com a oftalmo para ver a progressão do tratamento. Espero que tenhamos boas notícias. O importante é os pais estarem atentos à mais esse detalhe do desenvolvimento da criança e não deixar de levá-la á uma consulta.

Vejam como está minha menina agora, ainda mais linda!!!!


Beijos,
Marisa.









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Meus fios brancos

>> quinta-feira, 30 de junho de 2011

Meus fios brancos

Eles já apareceram há muito tempo, pintando de prateado alguns dos meu fios pretos. São indícios de mais experiência, anos vividos (muito bem vividos), alguns acertos, enganos, poucos arrependimentos e importantes escolhas que fiz ao longo do caminho. Me lembram também do meu papel de mãe, porque eu sei que alguns desses amigos brancos andam de mãos dadas com a maternidade. Como mãe a gente se preocupa, se estressa, se emociona, agrega muita responsabilidade ao nosso viver, mas ao mesmo tempo somos presenteadas com tanto amor, tanto carinho, esperança de futuro e vida ainda a ser vivida. O que nos importa então esses fios brancos? A não ser para nos lembrar que estamos sempre em mutação, nos desenvolvendo, evoluindo, crescendo, visitando outras paisagens e experimentando coisas novas. Dou boas vindas aos meus, lembranças dos meus momentos, da minha vida. E percebo que enquanto o cabelo se cobre de branco, o rosto ganha algumas linhas e o corpo muda outro tanto, a alma, soberana da nossa existência, essa não envelhece nunca. Pode amadurecer e se transformar, mas continua sã e cheinha de vida e brilho. Claro que mesmo amando os meus fio brancos tanto assim, ainda procuro disfarçá-los, retocando minhas raízes grisalhas de mês em mês. Porque por mais interessante que eles sejam, bonito mesmo só nas cabeças masculinas, salvo raríssimas exceções, em mulheres extremamente seguras de si, e com muito estilo, para sair por aí desfilando uma linda cabeleira branca. Não é o meu caso, gosto da minha cabeça bem pretinha. E os meus estão aqui, num prenúncio de que o tempo está passando, inexorável, e que sem ao menos me dar conta, surpreendentemente entusiasmada, vislumbrei os meus quarenta anos. Oxalá eu viva muito mais, acumulando histórias, compartilhando poesia, contribuindo positivamente com a vida e  colecionando ainda mais fios brancos.


Marisa Dionisio


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A vida a todo vapor

>> quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Estou borbulhando. Literalmente. Borbulhando de idéias, de atividades, de alegria de viver. Como é bom ter projetos, sonhos, objetivos. Estudar. Aniversário da filhota. Aprendendoa tocar um  instrumento. Experimentando receitas novas. Tentando ser uma pessoa melhor, todos os dias. Meu trabalho abençoado. Buscando leveza. E que venham as borboletas, porque meu jardim está muito florido!!!!


Beijos no coração!!!

E alegria, cor, movimento, amor à todos...

 Foto de Luca da Costa.


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Para onde caminha a música...

>> sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Eu sou do tempo em que ainda se comprava CD (pra dizer a verdade, eu sou do tempo do LP mesmo, vulgo "bolachão"). A gente gostava de  um som, ia na loja, paquerava o CD, comprava, curtia  a capa, a contracapa, o ouvia milhares de vezes, e depois o guardava no precioso cantinho de CD's. Sou da época em que carregávamos o case cheinho de preciosidades, ao invés do pendrive carregado de músicas. Hoje, olhando para a nossa (minha e do Mamá) considerável coleção, percebi que quase não temos mais escutado nossos CD's, que foram escolhidos, ou mesmo ganhados por nós. A gente ouve a seleção da TV  à cabo, ou então cada um plugado no seu aparelinho. Quanta modernidade!!! Socorro!!! Lembrei do meu sobrinho de 20 anos me dizendo: Ah tia, hoje ninguém mais compra  CD, a gente baixa tudo da internet. E põe no IPod, ou então nos MPtantos da vida. Fiquei pensando, nossa, tô ultrapassada, eu que amo música e sonho com uma casinha "onde eu possa plantar meus amigos, meus discos e livros e nada mais"..Na verdade não tô ultrapassada não. Essa moçada é que tá perdendo a experiência mágica de poder escolher uma boa música e colocar o CD pra tocar, e não ficar procurando na infinidade das 2.000 músicas do IPod. E nem tem uma capinha pra gente curtir, poxa!!! Eu sou muito nostálgica mesmo, apesar de estar sempre com um pé no futuro, como boa aquariana que sou. Tenho saudade das músicas que curtia na minha adolescência (anos 80), Barão, Titãs, Legião, Chico, Caetano, Elis. Ontem mesmo fiquei um tempão ouvindo Cássia Eller. Tanta coisa boa. E muita coisa formidável que tenho conhecido nos últimos tempos também, ritmos novos para mim, e o samba que veio chegando devagar e veio pra ficar. Por isso quando meu filho chegou da escola cantando Luan Santana eu disse: Ah não preto, vamos mudar isso. E fui logo colocando o CD da Adriana Partimpim que eu comprei pra ele quando ele tinha 10 meses, e tem uma linda dedicatória na capa. Imagina, sem CD, para onde vão essas lembranças?? Esse disco que a Adriana Calcanhoto gravou com a alcunha de Partimpim, é lindo, e não sei se é o único infantil dela, mas tem uma música fofa que é "Ser de sagitário", motivo pelo qual eu o comprei pro meu filhote (ele é sagitariano). Para crianças e adultos uma excelente pedida. Acho que vou é cuidar dos meu discos, porque do jeito que as coisas caminham, eles vão virar raridade!!!!

Muitos beijos, muita música boa e descobertas sempre!!!!

Marisa




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Colo de mãe

>> quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Hoje eu acordei com vontade de colinho de mamãe, carinho que ninguém mais sabe fazer e aquele cafezinho com um dedinho de prosa pra animar a minha tarde. Hoje eu queria estar perto dela, dar um abraço apertado e deitar minha cabeça em seu ombro, sentindo o cheirinho de infância do toque materno. Hoje é aniversário dela, e eu não posso desejar nada além do que ela já é, do que ela já tem e do que ela já fez. Talvez apenas sonhe para mim, ser tão mulher como ela o é. O tempo é aqui, a distância é longa e nossas almas se encontram, nesse momento, nesse poema. Te amo mamãe, muito e para sempre!!!!!

JULIA

Uma mulher, uma mãe
mãe de todos, toda mãe
Simples, absolutamente complexa
Super-mulher, possui mil e tantas qualidades
Ela emana alegria,
ela espalha e transborda simpatia.
Transmite maternidade, caridade
É mãe-paz, filha-carinho
Na sua oração diária, ela transcende-se
Esquece de si mesma
Para se fazer ação para o próximo.
Em seu rosto, sempre um sorriso
Em sua alma ainda habita
a moça sonhadora.
É contagiante seu alto-astral
Seu brilho mexe com as pessoas
à todos encanta.
E revolucionária, menina do Brasil
do interior de Goiás.
É mãe-terra, toda natureza
Pé no chão, coração no mundo.
Por ela todos se apaixonam,
Figura que ilumina caminhos.
É minha mãe, melhor amiga,
me acalma, me tranquiliza.
Eu sou incertezas, ela, experiências.
Seu elemento norteia a minha existência.
Quando eu nasci
Fez verso, cantou em prosa.
Seu colo é um porto seguro,
onde eu sempre desaguo.
Quando eu choro, me consola
Quando eu grito, me escuta
Quando me perco, ela me acha
Quando eu erro, me perdoa
Quando eu me odeio, ela me ama
Um amor que vem de suas entranhas
Completo, descomunal.
Como agradecer por tudo?
Pelos cafés-da-manhã levados na cama
Pelo eterno paparicar,
pelo incentivo, pela força
Pelo enorme exemplo de ser mulher.
Impossível retribuir
Mas eu tento ser uma pouco melhor,
num constante aprender com você
A ser mulher, mãe,
Um pouco de Julia!

Para minha mãezinha, escrevi esse poema em 95, eu então com 23 e ela com 63. Muito já aconteceu, tanto já mudou, mas para quem tem o prazer de conhecer essa mulher magnífica, sabe que ela está a cada dia melhor!
Amo tanto e de tanto amar...

Beijinhos no coração!!!!!


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Retornando

>> terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Depois de uma longa ausência, retorno ao meu blog. Vieram férias, viagem, trabalhos, filhotes em casa, muita praia, visitas, e o desejo adormecido de escrever guardadinho lá no fundo da alma. Mas como tudo na vida, esse desejo reacendeu e aqui estou eu , pensando sobre o que falar nesse momento. A intenção inicial desse blog era compartilhar tudo de interessante que eu via e vivia, sobre arte, cultura, literatura, música e culinária. Mas depois de alguns posts, percebi que a vontade de escrever falava mais alto. Escrever sobre o que eu sinto, percebo e penso. Compartilhar pensamentos também. Às vezes até como uma forma de "desintalar" alguns nós na garganta, afinal, a gente engole tantos sapos ao longo da nossa jornada. Na verdade, o que eu gosto mesmo é de falar de coisas boas, bonitas, coloridas, experiências positivas, tentando assim, levar a vida de uma maneira mais leve. Por ora estou ocupada com meus estudos, recomeçando o processo de estudar "até" passar em algum bom concurso; com meu trabalho que eu amo com o Roda Viva http://www.grupoculturalrodaviva.blogspot.com/ ; aprendendo a tocar pandeiro (um sonho antigo), e principalmente, com os preparativos da festa de 4 anos da nossa Maricota, e como não sou tão prendada como as queridas da blogosfera (que eu visito com frequência), encomendei quase tudo pronto. Assunto de um outro post. Para finalizar do jeito que eu gosto... um poema, para amenizar o calor e colorir os dias... em homenagem a minha pequena fada-bailarina-princesa!

Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.
Não conhece nem dó nem ré
mas sabe ficar na ponta do pé.
Não conhece nem mi nem fá
Mas inclina o corpo para cá e para lá.
Não conhece nem lá nem si,
mas fecha os olhos e sorri.
Roda, roda, roda, com os bracinhos no ar
e não fica tonta nem sai do lugar.
Põe no cabelo uma estrela e um véu
e diz que caiu do céu.
Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.
Mas depois esquece todas as danças,
e também quer dormir como as outras crianças. 

Cecília Meirelles

Beijos no coração!!!!

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