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Cumplicidade

>> quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013


"Cumplicidade. É o que todos nós buscamos nos nossos relacionamentos amorosos. O entendimento com apenas um olhar. - Vamos embora agora? - Você já bebeu demais, segura a onda. - Confirma o que eu tô falando. É o dizer sem palavras. A intimidade que se conquista apenas com o tempo. Aquela sensação deliciosa de conhecer não apenas o corpo, mas também a alma do amor. É quando ele te prepara o seu drink favorito do jeitinho que você gosta. Sem você nem mesmo pedir. É daí você joga charme para ele, toda jocosa, convidando para o amor que só vocês conhecem. É aquele código especial, a música de vocês, o apelido carinhoso. É a delícia do almoço do domingo, quando você faz aquela comidinha gostosa, e ficam todos ao redor da mesa, comendo, bebendo, conversando, naquele universo familiar maravilhoso e único. E ali, naquele momento você sente que a vida é perfeita. Cumplicidade é tomar café da manhã depois do amor e não querer ir embora nunca. É ficar para o almoço e querer também o jantar. Às vezes à luz de velas. Outras na frente da televisão comentando as notícias. É querer contar a melhor novidade para ele. E também contar a notícia ruim, desabafar, chorar e pedir colo. Ler o jornal, discutir sobre amenidades e saborear uma deliciosa rotina. É quando ele te entende, apesar de tudo. E continua te amando, apesar de todos os dissabores do tempo. São os olhos que te veem além dos pequenos defeitos, e que te desejam, apesar dos pequenos defeitos. É quando você corta o cabelo, muda o penteado, e ele nem percebe. E você não liga tanto, porque afinal, quando você se produz toda, ele sempre fala, com o olhar faminto, que você tá linda. E esse é o melhor de todos os elogios, porque foi ele quem fez, o seu homem. É quando vocês se deitam à noite, as pernas enroscadas, se perdendo no abraço um do outro, e você não tem medo de nada, porque ele tá ali, e você dorme tranquila ao som da respiração dele. É o ombro que te acolheu quando você se perdia de tristeza. Cumplicidade é a capacidade de sonhar em comum. É sentar na mesa e discutir projetos para o futuro, fazer as contas, desenhar os desejos. É parceria na estrada da vida. É quando você ama por inteiro. É quando ele torce por você e faz de tudo para ser o seu melhor amigo. É quando ele te ouve falar de poesia e moda, e não entende nada, mas ele sorri, e concorda. É a capacidade de perdoar e de tentar ser melhor para a vida a dois. É fazer as pazes depois de uma briga, e isso ter o sabor de brigadeiro de colher. É quando ele pega na sua mão e segue adiante. Cumplicidade é realizar o destino. Juntos. É não fazer promessas, mas sim ter atitudes positivas. Cumplicidade não se veste de rótulos. É o laço apertado do amor. É batalhar constantemente pelo vínculo. É natural e espontâneo. Não se compra nem se obtém. Se cultiva nas delícias e destemperos de um relacionamento. É o fio invisível que costura uma pessoa na outra, com bastante metragem para que se possa ir longe e livre. Mas quando você vai dar um passo além, algo te puxa de volta. E o melhor, te faz querer voltar. É o tempero mágico do amor."

Marisa

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Esse cara

>> quarta-feira, 26 de dezembro de 2012


"Uma flor, um amor, um começo. Uma sensação, de paixão, diferente, envolvente. Frio na barriga, vontade de ficar juntinho, agarradinho, namorandinho. Noites quentes, ardentes, coração aos  pulos, acordar com beijo de bom-dia, um café e um cafuné. Se conhecendo, se tocando, se descobrindo. Outra flor, um poema, um verso, o avesso do sentimento. Fogo, erupção, mais paixão, mais emoção. Noite adentro, violão, incenso, um vinho e muito amor. Bilhetinhos, comidinhas, suspiros e surpresinhas.  Banho de mar, banho junto, massagem e luz de velas. É paixão, olho no olho, mãos dadas, poesia. É o Rei. É esse cara. O cara. O cara que te pega, te leva junto, encara a vida contigo, dança coladinho. Te faz filhos, segura a onda, paga conta e oferece o ombro na hora difícil. É o cara. O mesmo cara. Ele existe. Ele está apenas diferente. Rotina, tempo, tudo isso contribui. Mas o cara tá aí, do seu lado. Esse cara é ele. O seu cara. O meu cara. Ele simplesmente se transformou em marido. Mas a essência é a mesma, e é tão boa. É fácil sentir desejo, o amor fugidio. Quero ver amar todos os dias, com os defeitos e as dificuldades. Com tolerância e paciência.  Porque agora o amor é outro.  Agora é segurança, companheirismo e parceria. Agora é construir uma casa e educar os filhos. É o conhecido, o dia a dia, as agruras que a vida vez ou outra nos impõe.  Fica o amor sereno, amor com tesão e admiração. Romantismo a gente busca. E casamento a gente constrói. A relação a gente aduba.  E cuida. E preserva. É uma grande aventura, cheia de adrenalina. Uma verdadeira montanha-russa. É um desafio. Um desafio diário e muito, muito inconstante."

Marisa    

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O legado da Loba

>> quarta-feira, 31 de outubro de 2012


Não tive a crise dos quarenta. Acho que não sou uma mulher de crises, sou uma mulher de fases. E de cada uma delas tirei a melhor lição e fui embora sem rancor e sem arrependimentos. Fui uma aproveitadora de fases. E também uma grande apreciadora da vida. E como a vida foi boa comigo. Me deu os filhos sonhados e a delícia de um amor tranqüilo. Daí a loba chegou e me trouxe além de tudo, sorte. Me trouxe leveza, tolerância e um pouco mais de exigência também. Aos quarenta, com os óculos da loba, a vida me parece sempre bela. Na pele da loba me sinto mais segura, conheço bem meus defeitos, meus limites e me situo melhor no mundo. A loba me trouxe um Leão, e desse encontro, dois filhotes. Fiquei mais forte, mais hábil, e por eles, enfrento tempestades, enfrento inclusive a mim mesma. E a isso chamo maturidade. Tenho menos fricote, consigo perceber a inteireza das coisas, consigo enxergar a abrangência dos acontecimentos. Sou melhor. E melhor que isso, me sinto melhor. Um corpo legal, a mente sã, e o espírito sempre em evolução. A busca é constante, mas é tão bom sentir que a estrada é essa e que a direção é a mesma que queríamos tomar, lá atrás, quando então pensávamos no futuro. Os anos me deram tesouras e ao longo da vida fui cortando os excessos. O mais se tornou menos. E toda ansiedade, urgência e curiosidade se transformaram em ruguinhas simpáticas, alguns quilinhos e a serenidade que só a idade nos concede. Fiquei mais bonita, fiquei mais eu. E de tanto procurar por outros, procurar por tudo, eu me encontrei. Sou feliz de uma forma mais gostosa. Adoro as excentricidades que os quarenta nos permitem. O que com vinte era ridículo, aos quarenta é chique. Podemos tudo. E sim, queremos tudo também. Pecamos com menos culpa, porém com mais consciência. Nossos sonhos estão aqui e agora. Nossos planos estão acontecendo. O futuro é hoje. A loba foi generosa comigo. Me ensinou a valorizar o que realmente é importante e a não me preocupar tanto. Não tenho medo de envelhecer. Quero ficar bem velhinha, com meu baú de preciosidades cheio de boas histórias, repleto de lembranças que me façam rir e suspirar. E lembrar não somente do que aconteceu, mas principalmente do que eu gostaria que tivesse sido. Por isso o tempo agora tem um sabor diferente. Eu sei o que esperar e às vezes, somente às vezes, sei também como agir. Com a loba, aprendi a viver. Hoje, lado a lado com ela, não temo tanto pelo futuro. A vida é mais suave. Todos os anos bem vividos me deixaram plena. O passado ficou para trás, com todos os seus ensinamentos e aprendizados. O futuro me olha sedutor. Me sinto no meio do caminho. Uma história que já foi feita e uma outra história ainda por escrever. Satisfeita, mas com o querer do porvir. O legado da loba para mim foi abundante. Com a vida na balança, vejo que o saldo foi positivo. Muito amor, muitas realizações, sabedoria e luz. Consegui ouvir a voz do meu coração e seguir minha intuição. Fiz escolhas, acertei algumas vezes e errei outras tantas também. E é bom chegar aqui assim. Poder olhar no espelho, ver o reflexo da loba que sou e me reconhecer nele. E assim me sentir realizada. É, a vida tem sido boa para mim. 



Marisa
 — em Florianópolis.

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Para você amiga

>> segunda-feira, 16 de julho de 2012







"Nossa amizade não tem tempo, destino, nem endereço certo. Nossa amizade não tem origem, não tem começo, nem fim. Nossa amizade veio dos planos mirabolantes, do amores impossíveis, das viagens inesquecíveis, dos momentos mais marcantes, daquela época descompromissada, em que tudo era permitido. Nossa amizade tem o gosto das descobertas, das novas experiências, das conversas incessantes, dos conselhos e desabafos compartilhados. Tem cara de adolescência. Tem som de gargalhada. E trilha sonora de reggae, MPB e samba. Nossa amizade cresceu e amadureceu com a gente. Namoros, casamentos, filhos, mudanças, tanta coisa fez parte de nós. Mas nada mudou o sentimento. Nossa amizade continua leve, como no dia em que nos conhecemos, no ônibus, indo pro Carlos Chagas no Setor Universitário. Não nos tornamos amigas. Nossa amizade já existia. Nos reencontramos. Nós somos, e ponto. Nossa amizade é cheia de emoção, brilho e coração. A gente se conhece e se entende. A gente se aceita. Não tem antes nem depois. Tem o agora, e ele compensa tudo. Temos código próprio, conduta e linguagem. Nossa amizade tem olhares, sacadas e insights. Tem poesia. Não existe distância. Existe intensidade. Nossa amizade não tem idade, nem tamanho, nem cor. Nossa amizade tem luz, tem esplendor. A corrente que nos prende é eterna e infinita. Nossa amizade tem amor. Ela é diferente, única, meio hippie, meio índia, é cachoeira, banho de mar, cerveja gelada e Jim Morrison. Veste-se de roupa indiana, põe um bind na testa, lê muito e adora viajar. É Aquário com Câncer, é sushi, churrasco, feijoada e chimarrão. Nossa amizade é assim, sem por que, topa tudo, paga pra ver. Não precisamos explicar, é tudo de bom, com TPM e muito batom. Ela é nós, tantas e muitas, sempre juntas, nessa louca e desvairada estrada da vida. Acompanhada de caipirinha e muita arte. Nossa amizade é alegre, otimista e bem humorada. Eu e você. Agradeço sempre amiga, por te ter perto, mesmo quando longe. Perto do meu coração e da minha alma. Presente no meu viver."

TE AMO!
Para minha grande amiga Yula, no seu aniversário.
Marisa
04/07/2012

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Leveza

>> terça-feira, 29 de maio de 2012






Eu quero a leveza do amor verdadeiro, do sorriso de criança, do abraço apertado quando se está morrendo de saudades, da delícia de ser feliz, do olhar puro de um cachorro, do almoço alegre e barulhento de um domingo. Quando eu penso em futuro, penso em leveza, leveza de pensamentos, de atitudes corretas, de energia renovadora. Quando desejo algo aos meus filhos, desejo leveza, um corpo sadio, uma mente tranquila e um espírito elevado. Sejamos todos leves, menos problemas, sentimentos fluídos, menos arrogância, menos rancor. Sejamos leves de pensamentos bons, altruístas. Busquemos a caridade, essa sim, qualidade maior e que torna o mundo um lugar mais leve. Oferecendo o melhor de nós, transparecendo leveza de espírito, coração leve, alma pura. Quero ser leve, fácil, clara. Dando o que possuo de melhor, recebo flores do universo!!!!

Marisa

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Colo de mãe

>> quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Hoje eu acordei com vontade de colinho de mamãe, carinho que ninguém mais sabe fazer e aquele cafezinho com um dedinho de prosa pra animar a minha tarde. Hoje eu queria estar perto dela, dar um abraço apertado e deitar minha cabeça em seu ombro, sentindo o cheirinho de infância do toque materno. Hoje é aniversário dela, e eu não posso desejar nada além do que ela já é, do que ela já tem e do que ela já fez. Talvez apenas sonhe para mim, ser tão mulher como ela o é. O tempo é aqui, a distância é longa e nossas almas se encontram, nesse momento, nesse poema. Te amo mamãe, muito e para sempre!!!!!

JULIA

Uma mulher, uma mãe
mãe de todos, toda mãe
Simples, absolutamente complexa
Super-mulher, possui mil e tantas qualidades
Ela emana alegria,
ela espalha e transborda simpatia.
Transmite maternidade, caridade
É mãe-paz, filha-carinho
Na sua oração diária, ela transcende-se
Esquece de si mesma
Para se fazer ação para o próximo.
Em seu rosto, sempre um sorriso
Em sua alma ainda habita
a moça sonhadora.
É contagiante seu alto-astral
Seu brilho mexe com as pessoas
à todos encanta.
E revolucionária, menina do Brasil
do interior de Goiás.
É mãe-terra, toda natureza
Pé no chão, coração no mundo.
Por ela todos se apaixonam,
Figura que ilumina caminhos.
É minha mãe, melhor amiga,
me acalma, me tranquiliza.
Eu sou incertezas, ela, experiências.
Seu elemento norteia a minha existência.
Quando eu nasci
Fez verso, cantou em prosa.
Seu colo é um porto seguro,
onde eu sempre desaguo.
Quando eu choro, me consola
Quando eu grito, me escuta
Quando me perco, ela me acha
Quando eu erro, me perdoa
Quando eu me odeio, ela me ama
Um amor que vem de suas entranhas
Completo, descomunal.
Como agradecer por tudo?
Pelos cafés-da-manhã levados na cama
Pelo eterno paparicar,
pelo incentivo, pela força
Pelo enorme exemplo de ser mulher.
Impossível retribuir
Mas eu tento ser uma pouco melhor,
num constante aprender com você
A ser mulher, mãe,
Um pouco de Julia!

Para minha mãezinha, escrevi esse poema em 95, eu então com 23 e ela com 63. Muito já aconteceu, tanto já mudou, mas para quem tem o prazer de conhecer essa mulher magnífica, sabe que ela está a cada dia melhor!
Amo tanto e de tanto amar...

Beijinhos no coração!!!!!


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Mulheres que escrevem

>> quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Hoje retornei ao blog, depois de um longo período ausente. Outros caminhos, outro foco, muitas coisas acontecendo, escrevendo outras tantas coisas. E hoje retorno para falar de mulheres, de mulheres poetas, mulheres que escrevem, simplesmente mulheres. Alguns dos meus escritores prediletos são mulheres. Eu gosto do ponto de vista feminino sobre determinados assuntos, e gosto principalmente, da maneira como as mulheres contam histórias. Uma dessas autoras é Lya Luft, que vim a conhecer já na fase adulta, um pouco antes dos meus trinta anos. Eu absolutamente amo seu estilo de escrever, a forma como ela coloca os assuntos, os temas sobre os quais ela escreve, amo tudo mesmo. E esses dias tive o prazer de vê-la na tv, dando uma entrevista para Marília Gabriela. Fiquei mais fã ainda. Simplicidade, elegância, gentileza, são características inerentes à ela. Além de simpática, articulada, franca, muito, muito linda mesmo. Aquelas pessoas que dá vontade de sentar, tomar um cafezinho e conversar a tarde toda. E ainda ter aquela sensação gostosa de que ganhamos tanto e aprendemos ainda mais. Toda vez que leio sua coluna na Veja, sempre penso, nossa, como gostaria de falar desse modo sobre isso!!!! O último livro de Lya que eu li, foi "O silêncio dos amantes", uma seleção de contos sobre relações humanas e a incomunicabilidade entre parceiros, tema que ela discorre com maestria. Vale muito a pena a leitura. Por ser Lya, por tocar a alma, sempre vale a pena!!!

Beijos muitos!!!!

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